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Monday, July 27, 2020
Saudade de viver. E de blogar também.
Monday, July 27, 2020
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Eu tinha (tenho ainda) 2 Blogs: minha Lua Azul e um blog de Receitas (que amo!) no Wordpress.
Pelo visto, ambos não mais existirão. O Sabores&aromas no Wordpress Blog de Receitas está se esvaindo... mudaram tudo, pouco consigo blogar.
Hoje em dia é tudo diferente. Tudo perto e tão distante. Tão estranho, vida que se esvai...
Gostava ( e ainda gosto) de postar coisas de vida por aqui. Ganhei amigos e amigas. Dividi tempo de vida. Ri e chorei com eles. Dividi muitas alegrias, emoções e vida.
Agora só temos Twiter e Instagram. Nem todos estão por lá. A vida segue, diferente. Eu vou parar de passar por aqui. Espero que não deletem meu "bloguinho" tão querido (falando do Blogspot e do Wordpress). Espero que não apaguem a minha Lua Azul... Ela brilhou por muitos anos. Vai fazer falta. E minhas receitas se perderão para sempre no espaço azul... Triste estou.
Boa semana a todos.
Sejam felizes.
beijos,
Tina
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Monday, June 25, 2018
Amor com Fim.
Monday, June 25, 2018
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Certa tarde Júnia conheceu um rapaz. Eles se apaixonaram de cara. Prometeram se encontrar na praia, na tarde daquele mesmo dia.
Ele foi. Ela foi. Viram o sol nascer juntos na praia. Júnia ficou e ele partiu. Ele amava alguém. Ela amava alguém. Não se amaram, apenas viram um lindo amanhecer em Copacabana.
Amor que nunca aconteceu. Júnia nunca esqueceu. Seria um amor sem futuro. Desgosto ?
Ele se foi. Júnia também. Amor de um dia, com começo e sem um fim, assim.
Amor que nunca começou e nem terminou. Só, ficou. Amou.
O amor dele era de outro alguém. O dela também. Amém.
beijos,
Tina
Monday, April 02, 2018
Meus gatos.
Monday, April 02, 2018
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Esse é o meu "mundo pequeno" ! Meus netos. Saudade sem fim dessas 2 criaturas. Longe.
Meu "mundo pequeno" cresce e eu não vejo. Só tenho idéia. Saudade sem fim... Longe.
E o coração fica cada dia menor. Dói. De verdade. E eles crescem. Longe.
Boa semana.
beijos,
Tina
Meu "mundo pequeno" cresce e eu não vejo. Só tenho idéia. Saudade sem fim... Longe.
E o coração fica cada dia menor. Dói. De verdade. E eles crescem. Longe.
Boa semana.
beijos,
Tina
Monday, June 19, 2017
Sem amor, por amor.
Monday, June 19, 2017
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| Imagem da Net |
Eu vivo isso, e achei esse texto perfeito. Mãe e filha. Vida da vida. Sem encontro.
"Quando Mãe e Filho Não se Amam"
"Durante a vida intra-uterina, o
nosso cérebro se forma cercado de uma sensação de aconchego, paz e
harmonia. Vivemos no paraíso – e o nascimento corresponde a sermos
expulsos dele. A partir daí, passamos a experimentar aqueles que talvez
sejam os piores tempos da nossa vida: temos frio, fome e sede; nos
sentimos desamparados, realmente desesperados, quando não somos
atendidos imediatamente por nossas mães.
A hipótese que tenho defendido a respeito da origem do amor é a de que resta em todos nós uma espécie de “nostalgia” daquela sensação que experimentamos durante a “fusão” uterina. Desejamos retornar a esta situação, agora no sentido figurado.
A hipótese que tenho defendido a respeito da origem do amor é a de que resta em todos nós uma espécie de “nostalgia” daquela sensação que experimentamos durante a “fusão” uterina. Desejamos retornar a esta situação, agora no sentido figurado.
Nossas primeiras experiências de união
romântica são, de novo, com nossa mãe, aquela que nos nutre, cuida de
nós e nos dá serenidade com sua presença. A recíproca é verdadeira: ela
também experimenta uma forte sensação de algo completo durante a
gestação. E, desde o nascimento, temos um persistente sentimento de
vazio interior. É como se, ao nascer, deixássemos para trás um pedaço de
nós mesmos. Assim, a solidão é a falta de algo que nos foi tirado – e
por isso buscamos uma parceria amorosa. Se nos sentíssemos completos, o
amor não existiria.
Ora, nossas mães também se sentem
incompletas. Na gravidez, elas se apegam a nós como remédio para o vazio
que sentem. Ao nascer, trazemos de volta essa sensação, que às vezes é
responsável por fortes depressões, tão comuns nesse período.
Em princípio, mãe e filho se amam: estão
unidos por um tipo de aliança incondicional, que não depende das
peculiaridades da personalidade dos envolvidos. Com o passar dos anos e o
desenvolvimento da razão, os processos que nos ligam deixam de ser
exclusivamente físicos e passam também pelo crivo da nossa reflexão.
Pode ocorrer de um filho descobrir características muito desagradáveis –
sob o seu ponto de vista – no modo de ser da mãe. Ou o contrário: a mãe
vê seu filho amado se tornar uma criatura muito diferente do que ela
esperava que fosse.
Ambos os processos são bastante
frequentes. Poderíamos presumir, então, que a maioria dos filhos deixa
de amar suas mães e vice-versa? Essa visão não corresponde aos fatos.
Pelo que nossas mães representam, nos inclinamos para a condescendência:
somos mais compreensivos e tolerantes com elas. Da mesma forma, a mãe
tende a minimizar os defeitos do filho.
Em alguns casos, não somos capazes de amar nossas mães – ou nossos filhos – nem mesmo levando em conta esta parcialidade.
Quando as diferenças no modo de ser, de
pensar e de agir são muito grandes, não há como negar que aquela pessoa,
um dia tão importante para nós, agora provoca revolta, ressentimento e,
por vezes, repulsa. Isso é errado? Seria um sinal de fraqueza de quem
não consegue amar a mãe – ou o filho? Certamente não. Isso significa que
as diferenças se tornaram tão fortes que nem mesmo toda a tolerância em
relação aos nossos elos originais foi suficiente para manter acesa a
chama do amor."
É triste, mas existe. Eu vivo isso. Sofro isso também.
Beijos.
Tina
Monday, January 16, 2017
Monday, November 07, 2016
Uma tarde no Metrô de SP.
Monday, November 07, 2016
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| Imagem da Net |
Hoje
eu andei de Metrô aqui em SP, coisa rara, tenho que admitir. E neste
pouco tempo presenciei 2 situações no mínimo inusitadas:
1) No vagão em que eu estava, tinha uma moça linda, sentada no chão tocando violão e cantando muito bem ( em Inglês e em Português) com um chapéu na frente dela para "doações". Eu não resisti, e dei uns trocados. Vi pessoas que "pareciam" bem humildes deixarem também um trocado para a moça. Não quis ser invasiva, não fotografei. Solidariedade em tempos de crise.
2) Quando saí do Metrô para esperar meu "Uber-Marido" me pegar vejo uma mãe e um filho de uns 9 / 10 anos esperando alguém. E antes do "Uber-Marido" meu chegar, aparece um homem numa moto e o garoto corre para ele, beija e abraça e grita : Pai !!! E estica a mão para receber o dinheiro que ele já enfiava a mão no bolso para pegar.
A "mãe" nem olhou para o motoqueiro, não sorriu, não se aproximou. Só olhava de longe. Nem acenou. E eu vi o menino pedir mais dinheiro, não se contentando com os R$ 50,00 que havia recebido. O menino se despede e volta para a mãe e entrega o dinheiro, mas dava para perceber que ele estava meio inconformado.
O "motoqueiro" vai embora desolado e quase enfia a moto na traseira de um ônibus que estava logo à sua frente. Total desamor nesses tempos.
E eu fiquei com a certeza de que aquele menino não queria o dinheiro, ele queria tão somente o amor e a companhia do pai.
Triste, mas é da vida. Ou será que não ? Por que acontecem coisas assim?
Jamais saberemos, como dizia um grande amigo meu, jamais saberemos...
Boa semana a todos.
beijos,
Tina
1) No vagão em que eu estava, tinha uma moça linda, sentada no chão tocando violão e cantando muito bem ( em Inglês e em Português) com um chapéu na frente dela para "doações". Eu não resisti, e dei uns trocados. Vi pessoas que "pareciam" bem humildes deixarem também um trocado para a moça. Não quis ser invasiva, não fotografei. Solidariedade em tempos de crise.
2) Quando saí do Metrô para esperar meu "Uber-Marido" me pegar vejo uma mãe e um filho de uns 9 / 10 anos esperando alguém. E antes do "Uber-Marido" meu chegar, aparece um homem numa moto e o garoto corre para ele, beija e abraça e grita : Pai !!! E estica a mão para receber o dinheiro que ele já enfiava a mão no bolso para pegar.
A "mãe" nem olhou para o motoqueiro, não sorriu, não se aproximou. Só olhava de longe. Nem acenou. E eu vi o menino pedir mais dinheiro, não se contentando com os R$ 50,00 que havia recebido. O menino se despede e volta para a mãe e entrega o dinheiro, mas dava para perceber que ele estava meio inconformado.
O "motoqueiro" vai embora desolado e quase enfia a moto na traseira de um ônibus que estava logo à sua frente. Total desamor nesses tempos.
E eu fiquei com a certeza de que aquele menino não queria o dinheiro, ele queria tão somente o amor e a companhia do pai.
Triste, mas é da vida. Ou será que não ? Por que acontecem coisas assim?
Jamais saberemos, como dizia um grande amigo meu, jamais saberemos...
Boa semana a todos.
beijos,
Tina
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