Monday, August 07, 2017

911 Emergency in Chicago.

Monday, August 07, 2017 0
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Lara tinha um sonho: conhecer New York & Chicago. Cidades dos Estados Unidos. Sonho que sempre perseguiu por toda a sua vida e do qual não pensava em abrir mão. Desistir? Jamais.

Trabalhou muito, guardou, se privou de prazeres, tudo para realizar esse sonho. Não há medida quando você tem um sonho em mente e se programa para realizá-lo. Não mesmo. Concordo.

Ela saiu em férias, comprou a passagem e lá se foi rumo a New York ! Hell of a town! E Chicago também estava nos planos. Eram sonhos...

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Lara foi para os USA, passou dias lindos em New York. E foi feliz, realizou seu sonho, andou, conheceu, visitou lugares, Igrejas, parques e tudo mais que poderia imaginar. Viveu  NYC !

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Em Chicago as coisas mudaram. A cidade é linda, os habitantes nem tanto. Lara aceitou a indicação de uma amiga e foi ficar com elas. A vizinhança parecia boa (#sqn) . A vida tinha outra "cara" por lá. Roupas diferentes, pessoas distantes, frio, e muito mais. Lara ainda acreditava na boa fé da humanidade, afinal era sua primeira vez em uma cidade tão famosa. Ledo engano.  Lara saiu com uns "amigos" das "amigas" e por pouco não foi violentada. Os "amigos" jogaram sua mala pela janela do apto. Sem qualquer ajuda, Lara saiu. E foi procurar ajuda. Onde ? 911 lógico.

Lara via filmes, era instruída e sabia das coisas da vida e ( imaginava saber ) também por lá. Mas não imaginava que um dia algo assim acontecesse com ela. Lara estava em Chicago, USA. How come ?   E Lara ligou 911 de um telefone público. Necessitava de ajuda.

E adivinhem ? Apareceram 2 anjos policiais. Um casal de policiais. Levaram-na para a primeira estação de Metro que a deixaram direto no Aeroporto para embarcar de volta para NYC.

Ela não teve que pagar a passagem. E quando chegou ao Aeroporto de O`Hare (Chicago)  foi recebida por um policial que perguntou: " Você está bem ?" Tudo certo para embarcar para NYC? God is always by our side.

Lara se sentiu bem e salva. 911 works ! Ever.

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Sonhos de NYC. No fim tudo dá certo.

beijos,

Tina


Monday, July 24, 2017

Dia dos Avós - 26 Julho

Monday, July 24, 2017 1
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Não tem coisa mais gostosa e livre do que ser avó! A gente se liberta daquela boa e velha obrigação de ser  responsável por tudo: educar, manter, ensinar, repreender, brigar, e por aí afora.

AMAR ? Sempre. Ninguém educa se não for por amor. É uma responsabilidade e uma grande alegria.

Netos são nossa continuação, com doçura, com suavidade, com muito mais amor, afinal já passamos por isso, criamos e educamos nossos filhos, por isso temos netos. Bom isso.

Sou abençoada: tive 2 filhas = tenho 4 netos. Sou muito orgulhosa da minha prole. 2 meninos e 2 meninas que fazem o meu viver muito mais feliz. (mesmo morando longe...(:   )

A vida é assim, tem coisas que a gente não escolhe. Tenho 4 netos. E moram longe.


Minha princesinha ! 4 anos!!!

Amanhã ela faz 4 anos! Minha neta linda, minha princesinha. Feliz dia minha boneca! Ela é como a mamãe, sempre pronta a dar um sorriso e gosta de comer minha comida... rs

Aproveitemos nossa vida, nossos netos enquanto estamos por aqui. É bom demais. Lembrem-se. E jamais deixem de perder um beijo ou um abraço vindo deles. Priceless !

Feliz Dia dos Avós aos avós que por aqui passam (?) . Vamos ser felizes vida afora.

PS: Sem esquecer que 24 de Julho é dia de Santa Cristina! Rogai por nós!!!

beijos,

Tina

Monday, July 03, 2017

Estou cansada.

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All you need is love.




Estou cansada de dar e não receber.

Estou cansada de fazer.

Estou cansada de dar.

Estou cansada de lutar.

Estou cansada de tentar.

Estou cansada de viver.

Estou cansada.

Não mais estou... nem sou.



Vivam.

- Eu só queria sonhar.

Tina

Monday, June 19, 2017

Sem amor, por amor.

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Eu vivo isso, e achei esse texto perfeito. Mãe e filha. Vida da vida. Sem encontro.



"Quando Mãe e Filho Não se Amam"

Por em 14/12/20

"Durante a vida intra-uterina, o nosso cérebro se forma cercado de uma sensação de aconchego, paz e harmonia. Vivemos no paraíso – e o nascimento corresponde a sermos expulsos dele. A partir daí, passamos a experimentar aqueles que talvez sejam os piores tempos da nossa vida: temos frio, fome e sede; nos sentimos desamparados, realmente desesperados, quando não somos atendidos imediatamente por nossas mães.
A hipótese que tenho defendido a respeito da origem do amor é a de que resta em todos nós uma espécie de “nostalgia” daquela sensação que experimentamos durante a “fusão” uterina. Desejamos retornar a esta situação, agora no sentido figurado.

Nossas primeiras experiências de união romântica são, de novo, com nossa mãe, aquela que nos nutre, cuida de nós e nos dá serenidade com sua presença. A recíproca é verdadeira: ela também experimenta uma forte sensação de algo completo durante a gestação. E, desde o nascimento, temos um persistente sentimento de vazio interior. É como se, ao nascer, deixássemos para trás um pedaço de nós mesmos. Assim, a solidão é a falta de algo que nos foi tirado – e por isso buscamos uma parceria amorosa. Se nos sentíssemos completos, o amor não existiria.

Ora, nossas mães também se sentem incompletas. Na gravidez, elas se apegam a nós como remédio para o vazio que sentem. Ao nascer, trazemos de volta essa sensação, que às vezes é responsável por fortes depressões, tão comuns nesse período.

Em princípio, mãe e filho se amam: estão unidos por um tipo de aliança incondicional, que não depende das peculiaridades da personalidade dos envolvidos. Com o passar dos anos e o desenvolvimento da razão, os processos que nos ligam deixam de ser exclusivamente físicos e passam também pelo crivo da nossa reflexão. Pode ocorrer de um filho descobrir características muito desagradáveis – sob o seu ponto de vista – no modo de ser da mãe. Ou o contrário: a mãe vê seu filho amado se tornar uma criatura muito diferente do que ela esperava que fosse.

Ambos os processos são bastante frequentes. Poderíamos presumir, então, que a maioria dos filhos deixa de amar suas mães e vice-versa? Essa visão não corresponde aos fatos. Pelo que nossas mães representam, nos inclinamos para a condescendência: somos mais compreensivos e tolerantes com elas. Da mesma forma, a mãe tende a minimizar os defeitos do filho.

Em alguns casos, não somos capazes de amar nossas mães – ou nossos filhos – nem mesmo levando em conta esta parcialidade.

Quando as diferenças no modo de ser, de pensar e de agir são muito grandes, não há como negar que aquela pessoa, um dia tão importante para nós, agora provoca revolta, ressentimento e, por vezes, repulsa. Isso é errado? Seria um sinal de fraqueza de quem não consegue amar a mãe – ou o filho? Certamente não. Isso significa que as diferenças se tornaram tão fortes que nem mesmo toda a tolerância em relação aos nossos elos originais foi suficiente para manter acesa a chama do amor."


É triste, mas existe. Eu vivo isso. Sofro isso também.

Beijos.

Tina
 
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