Monday, July 03, 2017

Estou cansada.

Monday, July 03, 2017 1
All you need is love.




Estou cansada de dar e não receber.

Estou cansada de fazer.

Estou cansada de dar.

Estou cansada de lutar.

Estou cansada de tentar.

Estou cansada de viver.

Estou cansada.

Não mais estou... nem sou.



Vivam.

- Eu só queria sonhar.

Tina

Monday, June 19, 2017

Sem amor, por amor.

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Imagem da Net

Eu vivo isso, e achei esse texto perfeito. Mãe e filha. Vida da vida. Sem encontro.



"Quando Mãe e Filho Não se Amam"

Por em 14/12/20

"Durante a vida intra-uterina, o nosso cérebro se forma cercado de uma sensação de aconchego, paz e harmonia. Vivemos no paraíso – e o nascimento corresponde a sermos expulsos dele. A partir daí, passamos a experimentar aqueles que talvez sejam os piores tempos da nossa vida: temos frio, fome e sede; nos sentimos desamparados, realmente desesperados, quando não somos atendidos imediatamente por nossas mães.
A hipótese que tenho defendido a respeito da origem do amor é a de que resta em todos nós uma espécie de “nostalgia” daquela sensação que experimentamos durante a “fusão” uterina. Desejamos retornar a esta situação, agora no sentido figurado.

Nossas primeiras experiências de união romântica são, de novo, com nossa mãe, aquela que nos nutre, cuida de nós e nos dá serenidade com sua presença. A recíproca é verdadeira: ela também experimenta uma forte sensação de algo completo durante a gestação. E, desde o nascimento, temos um persistente sentimento de vazio interior. É como se, ao nascer, deixássemos para trás um pedaço de nós mesmos. Assim, a solidão é a falta de algo que nos foi tirado – e por isso buscamos uma parceria amorosa. Se nos sentíssemos completos, o amor não existiria.

Ora, nossas mães também se sentem incompletas. Na gravidez, elas se apegam a nós como remédio para o vazio que sentem. Ao nascer, trazemos de volta essa sensação, que às vezes é responsável por fortes depressões, tão comuns nesse período.

Em princípio, mãe e filho se amam: estão unidos por um tipo de aliança incondicional, que não depende das peculiaridades da personalidade dos envolvidos. Com o passar dos anos e o desenvolvimento da razão, os processos que nos ligam deixam de ser exclusivamente físicos e passam também pelo crivo da nossa reflexão. Pode ocorrer de um filho descobrir características muito desagradáveis – sob o seu ponto de vista – no modo de ser da mãe. Ou o contrário: a mãe vê seu filho amado se tornar uma criatura muito diferente do que ela esperava que fosse.

Ambos os processos são bastante frequentes. Poderíamos presumir, então, que a maioria dos filhos deixa de amar suas mães e vice-versa? Essa visão não corresponde aos fatos. Pelo que nossas mães representam, nos inclinamos para a condescendência: somos mais compreensivos e tolerantes com elas. Da mesma forma, a mãe tende a minimizar os defeitos do filho.

Em alguns casos, não somos capazes de amar nossas mães – ou nossos filhos – nem mesmo levando em conta esta parcialidade.

Quando as diferenças no modo de ser, de pensar e de agir são muito grandes, não há como negar que aquela pessoa, um dia tão importante para nós, agora provoca revolta, ressentimento e, por vezes, repulsa. Isso é errado? Seria um sinal de fraqueza de quem não consegue amar a mãe – ou o filho? Certamente não. Isso significa que as diferenças se tornaram tão fortes que nem mesmo toda a tolerância em relação aos nossos elos originais foi suficiente para manter acesa a chama do amor."


É triste, mas existe. Eu vivo isso. Sofro isso também.

Beijos.

Tina

Monday, May 29, 2017

Weird one.

Monday, May 29, 2017 1
Am I right ? Or not ? Don´t judge me, just read.


I love terror movies;

I love true stories on TV;

I love cold weather; I do !

I don´t mind cold food;

I drink wine;

I  don´t like gym / exercise / work out;

I  smoke Marlboro`s;

I´m not the right person, althought I´m a good one (?)

According to my adorable grandson : " I´m a horrible person" ( horribable !) LOL

This is just me, longing to be out of here.

I just wanna to be left alone. No plans. No nothing. No me.

I´m weird.

Tina


Thursday, May 18, 2017

Niver 11. The end.

Thursday, May 18, 2017 1
Minha BlueMoon faz 11 anos hoje !

E este foi o tempo que durou a minha Lua Azul ! A minha doce, azul e linda Blue Moon !

Por aqui escrevi, dividi, contei, inventei, partilhei, divaguei um monte de mensagens, versos, poesia, amor e desamor, muito sentimento de verdade.

Contei para o mundo uma boa parte da minha vida: nascimentos, casamentos, morte, dor, alegria, desilusão, tristeza, felicidade. Parte integrante desse pedaço de vida minha que hoje se encerra.

Foram 11 anos de vida, de partilha, de emoções, de tempo curtido e dividido. Coisa boa.

Os Blogs  não fazem mais parte do mundo atual. Agora é só Instagram e WhatsApp. Mudanças. E assumo que faço parte das duas.  Compartilho, mas não como por aqui. Era diferente. Pena.

Minha Lua Azul começou num dia 18 de maio, linda e cheia de esperança. Mundo novo. Mas não se apaga, afinal sempre haverá uma BlueMoon por aí, sempre. Ela é difícil, mas acontece.

Minha Lua Azul se vai num dia 18 de maio com mais esperança ainda: esperando por novos tempos felizes, por mudanças de Branco e Vermelho com misto de Azul  para Amarelo e Vermelho.

Minha Lua Azul se vai na esperança de tempos melhores, de novos horizontes, de novas luas...

Tempo, tempo, tempo. Senhor nosso, senhor da razão. Não volta, não volta não... Aproveitem.

Beijo grande a todos que um dia passaram por aqui para ler meus escritos de coração.


Com carinho,

Tina



"E eu gostava muito desse cantinho criado por mim, chamado BlueMoon ..."

 
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